Trump foi categórico ao afirmar que o país persa poderia ser "neutralizado" em apenas uma noite. O presidente exige duas condições inegociáveis para interromper a ofensiva:
Renúncia total ao desenvolvimento de armas nucleares.
Reabertura imediata do Estreito de Ormuz, rota vital para o escoamento global de petróleo.
Questionado sobre as críticas de que atacar usinas de energia civis configuraria crime de guerra, Trump rebateu com sua retórica característica:
"Você sabe o que é um crime de guerra? Ter uma arma nuclear."
Escalada Militar
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, reforçou a ameaça, alertando que o volume de bombardeios aumentará significativamente entre hoje e amanhã. Segundo ele, as operações de terça-feira devem superar tudo o que foi visto desde o início do conflito, há cinco semanas.
O Resgate do "Dude 44 Bravo"
Um dos momentos de maior destaque na coletiva foi o relato detalhado do resgate de um aviador norte-americano abatido em solo iraniano no último fim de semana.
A Operação: Descrita como "encontrar uma agulha no palheiro", a missão envolveu centenas de militares e tecnologia de ponta.
Desinformação: O diretor da CIA, John Ratcliffe, revelou que a agência executou uma campanha para enganar as forças iranianas sobre o paradeiro do piloto enquanto ele se escondia em uma fenda nas montanhas.
O Desfecho: O aviador foi resgatado ileso no domingo. Sua primeira mensagem via transponder foi: "Deus é bom".
Negociações e Opinião Pública
Apesar das ameaças de "eliminação total", Trump admitiu que o Irã apresentou uma proposta de acordo recentemente. Embora a tenha classificado como "significativa", afirmou que ela ainda não é suficiente para atender às demandas americanas.
O presidente também alegou ter interceptações de civis iranianos que apoiariam uma intervenção dos EUA para a queda do regime atual, afirmando que a população estaria "disposta a sofrer para ter liberdade". Até o momento, nenhuma prova documental dessas interceptações foi apresentada.
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