O mercado financeiro reagiu nesta quarta-feira (29) à decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) de manter a taxa de juros dos Estados Unidos no intervalo entre 3,50% e 3,75%.
O cenário global foi fortemente impactado pela retomada dos confrontos entre Estados Unidos e Irã, evento que fez a cotação do petróleo disparar mais de 7% e amorteceu perdas do índice brasileiro via papéis da Petrobras.
Decisão do Fed, Dinâmica Cambial e Fluxo Financeiro
Manutenção da Taxa e Divisão no Comitê:
Comunicação do Banco Central Americano:
Desempenho do Câmbio Doméstico: O dólar à vista encerrou a R$ 5,108 (-0,27%), tendo atingido a mínima intradiária de R$ 5,09.
Desempenho da B3, Geopolítica e Salto do Petróleo
Retração no Mercado Acionário: O Ibovespa caiu 1,52% (173.885 pontos), alinhado ao recuo das bolsas de Nova York (S&P 500: -1,55%), penalizado principalmente pelo recuo das ações do setor bancário e pela incerteza na trajetória dos juros norte-americanos.
Escalada no Oriente Médio: O recrudescimento do conflito militar entre forças dos EUA e grupos apoiados pelo Irã, combinado a declarações do presidente Donald Trump sobre respostas militares e à queda nos estoques norte-americanos, impulsionou a commodity.
Cotações e Amortecimento via Petrobras: O barril de petróleo Brent avançou 7,32% (US$ 88,09) e o WTI subiu 6,56% (US$ 84,46). A disparada amparou as ações da Petrobras (PETR3: +2,35%; PETR4: +1,92%), reduzindo a magnitude da queda do Ibovespa.
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