Os médicos formados no exterior que buscam a validação de seus diplomas para atuar no Brasil já podem conferir o veredito da primeira fase. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou o resultado final da análise documental e o gabarito definitivo da prova objetiva do Revalida 2026/1.
A liberação ocorreu após a análise detalhada dos recursos enviados pelos candidatos contra o resultado preliminar. Para checar o desempenho individual e o status dos documentos, basta acessar a Página do Participante do Sistema Revalida utilizando o login único da plataforma Gov.br.
Para avançar no processo seletivo, o candidato precisa cumprir cumulativamente duas exigências obrigatórias:
Nota de Corte: Alcançar a pontuação mínima de 59 pontos (de um total de 100 possíveis) na prova objetiva.
Regularidade Documental: Ter a documentação comprobatória de conclusão do curso de Medicina integralmente aceita e chancelada pelo Inep, de acordo com as regras estipuladas no edital.
O exame é uma ferramenta coordenada em conjunto pelos ministérios da Educação e da Saúde. Ele serve para atestar se os médicos graduados fora do país adquiriram os conhecimentos, habilidades e competências necessários para o exercício seguro da profissão, sob os pilares do Sistema Único de Saúde (SUS).
O processo é composto por duas etapas independentes:
Etapa Teórica (Em andamento): Avalia a base de conhecimento do médico através de exames objetivos e discursivos.
Etapa Prática: Avalia as habilidades clínicas e a tomada de decisão em cenários reais ou simulados de atendimento.
Onde o médico é testado: As matrizes do exame cobram competências baseadas na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, focando em cinco grandes áreas: atenção primária/comunitária, atendimento ambulatorial, rotinas hospitalares, urgência e emergência.
Os aprovados em todo o ciclo do Revalida poderão ter seus diplomas validados por universidades públicas brasileiras parceiras do programa, ficando aptos a emitir o registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e exercer a profissão legalmente no país.
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