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Programa Contra o Crime Organizado Causa Prejuízo de R$ 1,6 Bilhão a Facções em 30 Dias

Por Redação TV SDB
13/06/2026 - Atualizado às 15:04


Imagem: Policia Federal/divulgação

O primeiro balanço do recém-lançado Programa Brasil Contra o Crime Organizado revelou um impacto profundo na estrutura financeira das facções criminosas do país. Divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), o relatório aponta que as operações integradas das forças federais, estaduais e municipais geraram um prejuízo estimado em R$ 1,6 bilhão para o crime em apenas 30 dias de vigência.

O programa, capitaneado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aposta na integração de inteligência e no estrangulamento financeiro das organizações como pilares principais para desarticular os grupos criminosos.

Números das Operações Integradas

Para alcançar os resultados do primeiro mês, a segurança pública mobilizou um contingente expressivo e realizou 11 operações estratégicas pelo país. Os principais indicadores incluem:

  • Prisões efetuadas: 7.961 acusados de ligação com organizações criminosas foram detidos.

  • Apreensão de entorpecentes: Retirada de circulação de 82,5 toneladas de drogas.

  • Bens bloqueados: Congelamento de R$ 523 milhões em patrimônio e contas ligadas a investigados.

  • Efetivo nas ruas: Mobilização direta de 9.964 agentes de segurança de diferentes esferas.

“O Brasil está construindo uma estratégia permanente de combate ao crime organizado. Não estamos falando apenas de operações policiais, mas de um effort nacional para enfraquecer financeiramente as facções, combater o tráfico de armas e drogas, fortalecer as investigações e recuperar territórios para o Estado e para a população”, destacou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.

Estrutura e Investimento Bilionário

Para garantir a perenidade das ações e subsidiar os estados no enfrentamento ao crime de alta complexidade, o programa conta com um orçamento robusto desenhado para a segurança pública.

O plano prevê um investimento global de R$ 11 bilhões, estruturado da seguinte forma:

  • R$ 1 bilhão: Recursos diretos provenientes do Orçamento da União.

  • R$ 10 bilhões: Linha de crédito especial via empréstimo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) destinada ao fortalecimento das forças de segurança dos estados.



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