Novo certame ofertará oportunidades para Advogado da União, Procurador da Fazenda Nacional, Procurador Federal e Procurador do Banco Central. Tratativas ocorrem junto ao Ministério da Gestão.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, anunciou nesta segunda-feira (25) que um novo concurso público para a Advocacia-Geral da União (AGU) está sendo negociado junto ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A previsão é de que o certame oferte 170 vagas para carreiras jurídicas.
A principal novidade desta edição é que o concurso adotará um modelo unificado, mas com uma regra rígida: a escolha pela carreira deverá ocorrer obrigatoriamente no momento da inscrição.
Segundo Messias, o objetivo da mudança é evitar a evasão e a constante migração de profissionais aprovados entre diferentes órgãos da administração pública.
“Esta transição de carreiras traz prejuízo para as instituições. Então, vamos fazer de uma forma que o candidato delimite sua escolha a partir da sua vocação, sem a possibilidade de ficar migrando e girando quadros de uma instituição em detrimento da outra”, explicou o advogado-geral.
Distribuição das vagas
De acordo com o anúncio, as 170 oportunidades negociadas serão divididas da seguinte forma:
50 vagas para Advogado da União;
50 vagas para Procurador da Fazenda Nacional;
50 vagas para Procurador Federal;
20 vagas para Procurador do Banco Central.
Valorização administrativa e projetos para 2026
O anúncio foi feito durante uma reunião da diretoria da AGU, encontro que serviu para alinhar os projetos e as ações estratégicas do órgão previstos para o ano de 2026.
Além do concurso para as carreiras jurídicas, Jorge Messias destacou a atenção ao quadro de apoio. Ele confirmou que terá um encontro com a ministra Esther Dweck, titular do MGI, ainda nesta semana. A pauta principal da reunião será a busca por medidas de fortalecimento institucional e a valorização dos servidores administrativos da instituição.
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