A ministra da Cultura, Margareth Menezes, utilizou suas redes sociais neste sábado (7) para se manifestar publicamente diante das articulações políticas conduzidas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na composição dos ministérios para a nova gestão. Em mensagem em vídeo, a ministra expressou gratidão às manifestações de apoio recebidas de fãs, entidades e integrantes do setor cultural que defendem sua continuidade no cargo. Margareth Menezes assumiu o comando do Ministério da Cultura (MinC) em janeiro de 2023, após o processo de recriação da pasta, e ressaltou o compromisso com a reconstrução das políticas públicas voltadas às artes no país. "Obrigada, minha gente, por tanto carinho! Desde que recebi a missão dada pelo presidente Lula de assumir o Ministério da Cultura, tenho trabalhado junto com toda a equipe com muita seriedade, respeito e escuta. O setor cultural amargou anos de descaso e, desde 1º de janeiro de 2023, estamos trabalhando muito para que a cultura e a arte recebam o cuidado que lhes são devidos. A Constituição nos garante esse direito", afirmou a ministra. As declarações ocorrem em um cenário de intensificação das negociações para a ocupação das pastas do Poder Executivo, o que gerou reação de setores representativos da cultura: Manifestos de apoio: Diversos artistas e grupos culturais saíram em defesa da permanência da ministra. O bloco afro Olodum encaminhou um manifesto oficial ao presidente Lula reforçando o pleito pela manutenção de Margareth à frente do MinC; Nomes cotados nos bastidores: Especulações e articulações políticas trouxeram outros nomes para a disputa do comando do ministério. Entre os citados nos bastidores para a pasta estão o ator Wagner Moura e a deputada federal eleita Maria Marighella, ambos com histórico de atuação no setor e participação ativa na mobilização política durante a campanha eleitoral.Mobilização do setor e nomes cotados nos bastidores
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