O ex-presidente do Esporte Clube Bahia e atual gestor do grupo Squadra Sports (controlador da SAF do Londrina e do Ypiranga de Salvador), Guilherme Bellintani, analisou a decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e dos clubes das Séries A e B de reduzir gradualmente o limite de jogadores estrangeiros relacionados por partida a partir de 2027. O dirigente classificou a mudança como uma medida de "cobertor curto", apontando que o ganho de espaço para atletas brasileiros pode acarretar perda de competitividade das equipes do país no cenário internacional.
Mudança no Limite de Estrangeiros e Variação Gradual
Cronograma de redução: O teto atual de até nove atletas estrangeiros relacionados por jogo será reduzido para oito em 2027, caindo progressivamente ano a ano até atingir o limite de cinco jogadores em 2030.
Votos contrários:
Impacto técnico e econômico: Bellintani destacou que a redução tende a favorecer a utilização de jovens da base, porém admoestou que o futebol brasileiro pode ter sua capacidade econômica e esportiva afetada perante o mercado sul-americano.
Proposta de Equipes Secundárias e Inscrição de Sub-23
Implementação de times B:
Adequação ao novo teto de inscrições: A sugestão alinha-se ao novo teto estipulado pela CBF para o Brasileirão a partir de 2027: do limite fixado em 50 inscritos, ao menos 20 vagas deverão ser destinadas a atletas de até 23 anos, proporção que evoluirá até alcançar a divisão de 25 vagas para sub-23 e 25 vagas para o elenco principal em 2030.
Aumento do Tempo Útil de Jogo
Elogio a medidas contra a "cera":
Estatística do Brasileirão: Dados da CBF apontam que o tempo médio de bola em jogo na Série A subiu de 53min54s (aferido até a 22ª rodada) para 58min43s (entre a 23ª e a 28ª rodada), gerando um ganho efetivo de 4min49s de bola rolando por confronto.
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