Universidades públicas brasileiras (Hucam-Ufes e USP) integram um consórcio internacional liderado pela Universidade Johns Hopkins (EUA) com o objetivo de investigar mecanismos celulares do vírus da hepatite B, visando a descoberta de novos tratamentos e a cura definitiva da doença.
Abrangência: Estudo multicêntrico com 600 voluntários acompanhados por cerca de quatro anos e meio em quatro países: Brasil, Índia, Senegal e Uganda (150 participantes em cada).
Foco Biológico: Mapeamento da evolução viral em nível celular, identificação de fatores genéticos de proteção e análise de subpartículas virais como preditoras de resposta terapêutica.
Coinfecção: Investigação detalhada de pacientes infectados simultaneamente por hepatite B e HIV.
Objetivo Farmacológico: Identificar alvos biológicos para guiar o desenvolvimento de medicamentos inovadores, como agentes imunomoduladores e imunoestimuladores.
Metas Globais: Alinhamento à meta da OMS de erradicar as hepatites virais como ameaça à saúde pública até 2030, reduzindo a incidência de cirrose e carcinoma hepatocelular (câncer de fígado).
| Aspecto | Detalhes |
| Transmissão | Relações sexuais desprotegidas, contato com sangue contaminado e transmissão vertical (gestação/parto). O vírus é até 100 vezes mais contagioso que o HIV. |
| Impacto Global e Nacional | Cerca de 240 milhões de infecções crônicas no mundo; mais de 276 mil casos registrados no Brasil entre 2000 e 2022. |
| Vacinação (SUS) | Gratuita para todas as faixas etárias. Esquema infantil em 4 doses (ao nascer, 2, 4 e 6 meses); esquema adulto padrão em 3 doses. |
| Medidas Complementares | Uso de preservativos e não compartilhamento de seringas, lâminas ou objetos perfurocortantes. |
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