Apesar da vitória por 3 a 2 sobre o Internacional na Arena Fonte Nova, válida pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Rogério Ceni fez um alerta tático sobre o comportamento do Bahia em campo.
Origem no campo ofensivo: Ceni utilizou o segundo gol marcado pelo Internacional para exemplificar os perigos do excesso de aceleração. O lance começou em uma investida do Bahia com quatro jogadores posicionados na segunda trave, mas a equipe optou por uma tabela arriscada, perdeu a posse e permitiu que o adversário cobrasse uma falta rápida para balançar as redes.
Exposição defensiva: Na avaliação da comissão técnica, as constantes trocas de ataque contra-ataque aumentam a vulnerabilidade do sistema de marcação e desorganizam o posicionamento da equipe.
Pressão para agradar ao torcedor: O treinador observou que atuar em Salvador tem gerado ansiedade no grupo, fazendo com que os atletas abandonem decisões táticas mais seguras para tentar acelerar jogadas desnecessariamente.
Incompatibilidade com o perfil do grupo: Ceni enfatizou que o elenco não possui sustentação e características para competir durante os 90 minutos em um confronto frenético de transições contínuas.
Efetividade ofensiva: Apesar das ressalvas defensivas, o comandante valorizou o volume de gols marcado pelo ataque, com ênfase na atuação de Erick Pulga, autor de dois gols na partida.
Sequência no Brasileirão: O Bahia volta a jogar no próximo sábado, 5 de setembro, às 16h, quando visita o Red Bull Bragantino no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP), pela 26ª rodada da competição nacional.
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